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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O country alternativo de Pedrinho Grana e os Trocados




Já fazem alguns anos que pipoca a expressão “rock caipira” para rotular bandas alternativas que mesclam elementos do folk, country music e rock ‘n’ roll em sua sonoridade. Contudo, é raro falarmos de bandas independentes nacionais que tenham uma proposta clara e bem definida de composições que remetam ao influente estilo músical que nasceu em Nashville, cidade americana do estado do Tenesse: A música country.
Pedrinho Grana & Os Trocados é uma “super-banda” formada por um compositor apaixonado por John Cash e mais três excelentes músicos que criaram uma aural fiel ao estilo consagrado por Cash, Willie Nelson, Dylan e aqui no Brasil pelo mítico Raul Seixas.O grupo lançou em 2009 seu primeiro álbum – trabalho este ficou um pouco escondido aos olhos e ouvidos de quem se interessa pela nova música mas fica perdido no turbilhão de lançamentos que só o google pode achar.

Abaixo publico uma entrevista com Pedrinho Grana – o personagem por trás desta peculiar banda. Nela o compositor fala um pouco da história de seu nome artístico e de como foi a produção do primeiro disco da banda, “A Aurora do Deicida” .

1- Como surgiu este curioso nome artístico?

Pedrinho Grana: Quando ouvi Johnny Cash pela primeira vez, senti como se estivesse esperando pra escutar aquilo desde que eu nasci. Quando fui gravar minhas primeiras composições countries, fiz essa tradução cretina de brincadeira.

2 – A banda que te acompanha foi apelidada de “Trocados”. Nesse grupo participam dois músicos que tocam com outras ótimas bandas (Sapatos Bicolores e o The Pro). Como nasceu essa parceria? E como surgiu a fabulosa resenha do myspace que “apresenta a banda’?

Pedrinho Grana: Nós já somos amigos desde antes de existir Sapatos ou The Pro. Na verdade, essa banda se deve ao André Vasquez, do Sapatos. Eu mostrei as músicas pra ele, e ele se amarrou e chamou todo mundo: o Guigo e o Nandico, que é um baixista fenomenal. Essa banda é muito foda!
Aquela resenha surgiu do meu grande tempo livre e do meu gosto por história.

3 – A banda já lançou algum álbum ou EP? Achei uma referência a umdisco lançado ano passado…como ele se chama ? A produção foi ‘caseira?

Pedrinho: Nós lançamos o álbum ano passado, chamado “A aurora do deicida”. A produção foi semi-caseira: gravamos na casa de um amigo que montou um estúdio, Gustavo Bill, do estúdio Macaco Malvado.

4 – Pelo estilo das composições se percebe que você deve gostar muito e folk (arriscaria dizer até country music). Quais referências ou influências você sente estarem presentes na sonoridade de suas canções?

Pedrinho: Eu amo country; country novo, velho, alternativo ou mainstream. Só escuto country, dia e noite. Meu cantor preferido é o Gram Parsons, do Flying Burrito Brothers.

5 – Você já ouviu falar de Charme Chulo? Ou de outras bandas
alternativas que se arriscam por esse terreno do folk/country music no Brasil?

Pedrinho Grana: Já ouvi Charme Chulo. Achei bem legal, mas nunca ouvi um disco deles. Um cara bem legal de country no Brasil é o Tor, do Zumbis do Espaço, no projeto solo dele. De folk? Hum… A Mallu Magalhães é legal. Agora, os melhores countries já gravados no Brasil são de um baiano chamado Raul Seixas.

6 – Se puder, me indique alguma banda nova!
Pedrinho Grana: Escute “Marcelo Mendes e os Bacanas” e “Lulina”.
Fonte: Rock 'n' Beats / Colunas / Descobertas / 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Drumless Outlaw Country? É, Mary Lee & The Sideburn Brothers




Mary Lee & The Sideburn Brothers conta com uma formação rústica apenas com guitarra, baixo acústico e violão. Certa vez chamado de “Johnny Cash de saias”, a banda não esconde a grande influência do mesmo. Não podendo esquecer de Loretta Lynn, Hank Williams, Wanda Jackson, Willie Nelson, Waylon Jennings, dentre tantos outros.
Desde o início até hoje a banda sofreu alterações na formação, mas a essência do som continua o mesmo. Com 2 anos na estrada a banda já percorreu boa parte do Brasil, tocando em vários estados e cidades conquistando cada vez mais o público e é claro sempre fazendo bons amigos no meio do caminho. Seu repertório conta com várias canções próprias e também algumas versões bem energéticas de artistas fora do contexto country, tais como: Cindy Lauper; Ramones; Danzig entre outros.
Em junho desse ano de 2011 participou do 5º RED FOOT STOMP – Festival de Country; Rockabilly & Psychobilly, onde o publico pôde conferir cinco bandas por dia e duas atrações internacionais, sendo dois dias de festival. Uma das atrações internacionais, Bob Wayne (Nashville, Tennesse), teve integrantes da Mary Lee & Sideburn Brothers em sua banda de apoio.
Sua formação atual é: Mary Lee no violão e vocais, El Bufo no baixo acústico e João Lennon na guitarra.
Vale à pena conferir!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Depois do início e antes de tudo: West Rocky!

O Lendário Ozeas Filho sempre foi um bom cowboy. Este admirador dos seriados de farwest foi sacudido espiritualmente pelo rock progressivo de Pink Floyd e nos longínquos anos 80, já infernizava barzinhos tocando em bandas que faziam cover dos Beatles e muito Flash back.
O visionário Thonny Cavaglieri montou sua primeira banda, junto com seu irmão. Ouvia folk, country, viajava com a poesia dilacerante de Neil Young, sonhava com os vocais de Simon & Garfunkel” e respeitava a obstinação política e musical de Bob Dylan.
Com dezesseis, Thonny pegou seu case e foi pros bares do Bexiga. Depois tocou com os caras do Colt 45 , mais tarde conheceu Ozeas. Daí, foram convidados por Luis Café para formar o Arizona country, que virou Buscapé. Até que, no dia 13 de junho de 1995 surgiu a banda que faria história no cenário country brasileiro. Acreditem: antes do West Rocky, nossas bandas de country music eram de dar pavor no velho Bob Nelson.

Um pouco antes disso, a bonitona e talentosa Sileide rodou por Indiana, Nashville, se revigorou no Grand Ole Opry, e apaixonada por country music, retornou ao Brasil. Sileide estava deixando a Free Lance Country Band enquanto Thonny e Ozéias se desligavam do trio Buscapé. É a história da WEST ROCKY. Uma banda fundamental para renovação da música country brasileira.
A West alugou o anfiteatro Britânia para sua estréia, lotaram a casa e surpreenderam com um repertório recheado de novidades. Era um novo conceito de música country o Newgrass.
Em 1996 música country no Brasil se alastrava e tinha na CMT (Country Music Television), o grande veículo de divulgação. A CMT não perdeu tempo e numa parceria com a WEST ROCKY ampliou o sucesso da banda e difundiu, ainda mais, a country music  por aqui.
A banda Abriu shows de um monte de gente por aí, tipo: Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Cidade Negra e Sérgio Reis. Depois fizeram uma apresentação marcante e exclusiva em Barretos para o staff, produtores e patrocinadores do cantor Garth Brooks.
Depois disso, vieram vários programas de televisão: Thunderbird na MTV, Marcelo Costa, Raul Gil, João Kleber e Amigos e Amigos da Rede Globo.

O primeiro CD “Me faz bem” foi lançado em 1999, pela gravadora Paradoxx Music. Mesmo sem uma divulgação bacana, conseguiu agradar e conquistar novos fãs.  Nos outros álbuns da West Rocky, eles gravaram covers de clássicos do country americano, antigas do Pop Rock, versões de sertanejos como: A Malvada e letras invocando sentimentos dos amantes de rodeio: “SENHOR, QUE ÉS O CRIADOR ABENÇOA OS COWBOYS DE CRISTO, MARIA TU QUE ÉS MÃE DO NOSSO SALVADOR DERRAMA SOBRE NÓS O SEU AMOR IÊ-Ê-Ê-Ê-Ê-IÊ. Outras apaixonadas como: “COM TANTO ENCANTO, EU PERCO O JUÍZO E FICO CADA VEZ MELHOR MEXE! DEPOIS REMEXE! APAGA A LUZ, ME FAZ SENTIR EM  PARIS E QUANDO ACENDE A LUZ, ME FAZ FELIZ
POR DENTRO, POR FORA... CIGANA.”
Bom, “aquele novo conceito de country” que emocionava shows no Olympia, Victoria Pub, Olympia, Hollywood Project, Banana Banana, Hebraica, Caipiródromo, Tennessee Saloon, entre tantos outros... Não rolou nos discos da banda. Eles deram uma parada. 
Agora, depois de muita estrada, voltaram mantendo a música country americana e almejando ficar ao lado do novo sertanejo. Buscando assim, o desejado destaque nas paradas de sucesso.
Vida longa West Rocky!!!

Discografia:

Me faz Bem                  1999
Shanda Lá Iêra Candá  2000
Arrepia                         2002
Real Country                 2004

Coletâneas: 
Direito de Viver

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Conjunto Bluegrass Porto-Alegrense

"Conjunto Bluegrass Porto-Alegrense: Com pouco mais de dois anos de existência e seu disco de estréia recentemente lançado, o Conjunto Bluegrass Porto-Alegrense já é referência no cenário regional por sua proposta de trabalho bastante peculiar: São apresentações de Bluegrass, uma forma de música norte-americana de raiz -influenciada pela cultura de imigrantes escoceses, irlandeses e afro-americanos- em que utilizam um único microfone condensador. Exatamente como em 1940, durante a formatação desse estilo musical. Além disso, as aparições do CBPA acontecem principalmente nas ruas -em tradicionais feiras de antiguidades e no centro da cidade- e costumam ter um tanto de oficina, já que o grupo compartilha o conhecimento da história da música bluegrass com o público. Heine Wentz (violino e voz), Marcio Petracco (mandolin e voz), Ricardo Sabadini (violão e voz) e Pedro Marini (contrabaixo e voz) estudam a forma mais pura dessa espécie de música e a levam às pessoas na forma de canções, instrumentais e temas à capela".
Músicos:

Marcio Petracco (bandolim, violão , voz) Heine Wentz (violino, voz) Ricardo Sabadini ( violão, voz) Pedro Marini (baixo-acústico)

ARQUIVOBLOG
Release do Artista


the Folsoms


"Folsom Prison Blues. O título da música antológica de Johnny Cash deu nome a uma dais mais importantes bandas do Alternative Country brasileiro: o The Folsoms. Em uma sonoridade que integra o Outlaw Country e o Rock Underground o grupo criado em Belo Horizonte em 2005 destaca-se no cenário nacional como uma das mais prestigiadas no estilo.

Conhecida por seu shows marcantes a banda lança em outubro de 2010 seu primeiro CD, pela gravadora 53HC / V8 Records.

Com respeito a suas matrizes e com a apresentação de seu repertório autoral o The Folsoms mostra sua habilidade em transitar por públicos diversos sem perder sua essência fazendo uma ponte legítima entre o Country e o Rock".

ARQUIVOBLOG
Release do Artista

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Red Fox

Red Fox começou em 2001 e a intenção, não era diferente de outras bandas covers: conquistar o público com um repertório moderno, com direito até ao pop rock. Mas pra lá de 2003, começaram a escrever suas próprias músicas e finalmente, cantando em português, lançaram o primeiro CD single. Eram quatro músicas seguindo a linha "new-country". Numa delas, cantavam:
“Sempre fui um bom rapaz
Levava uma vida tranqüila sem nada de mais
Nunca liguei para a solidão
Beijava mil garotas ninguém tinha meu coração..."
O som era maduro, no entanto as letras... Continuavam com aquelas historinhas malcriadas de um cowboy.
No programa Astros, do SBT, a banda ganhou elogios bacanas dos jurados e faturou um carro zero quilômetro. Naquele dia, a banda Red Fox fez uma apresentação segura e o primeiro lugar foi conquistado ao som de Sweet Home Alabama. O velho clássico do Lynnyrd desceu como cerveja gelada numa tarde escaldante e agradou os altivos jurados.
- Eu era roqueiro e tocava com um amigo meu da faculdade. Passado um tempo, ele me falou que ia montar uma banda country, acabei indo tocar com ele e foi assim por dois anos. Gostei do sistema e decidi montar minha própria banda. Diz o bom vocalista Beto Garja sobre o início da banda. O grande projeto do Garja é ter o maior show country do país, pois no circuito country da cidade de São Paulo, os caros amigos da Red Fox mandam bem e fazem shows pra caramba. Eles também já rodaram por Minas Gerais, Pernambuco, Maranhão, Paraná e Mato Grosso do Sul.


terça-feira, 17 de agosto de 2010

A nova Dallas Company



No release da banda diz assim:
"... A Banda Dallas Company, ao longo de sua trajetória sofreu várias mutações. Mudanças estas que serviram para consolidar seu nome no mercado. As alterações sofridas em sua composição serviram para aprimorar o trabalho, tanto que ninguém fica parado quando o grupo sobe ao palco. A empatia com os fãs mostra que apesar das "alterações" a Banda Dallas Company está cada dia melhor. A atual mistura de talentos e instrumentos resultou em um show dinâmico e dançante, que contagia o público e conquista novos fãs. As canções e melodias apresentadas do sertanejo, ao country e ao rock, formam um espetáculo de qualidade e beleza."

Dallas Country, que era Dallas Company - O Primeiro sucesso do country brasileiro.


O bom violinista e fundador Murilo Fonseca com a cantora Jameika Mansur - aquela do "Alô galera de cowboy"

Em 1994, um grupo de amigos apaixonados por country music formaram a banda Dallas Company na cidade de Colatina (ES). Daí, rodaram por todo o Estado e até beiravam o Rio de Janeiro. O repertório era correto; Alan Jackson, Alabama, Garth Brooks, Shania Twain e ainda tocavam clássicos de Chitãozinho & Xororó para não perderem o público sertanejo. Mas havia uma ambição musical maior e o primeiro CD não demorou. Gravado em 1996, Coração Renegado, foi um trabalho razoável e até tocou em rádios aqui pertinho de casa. O intento não era diferente de tudo que tinha sido feito naqueles dias - música para-boi-e-peão-de-rodeios -. Eles não se importaram com isso não, moço! Uai, e as arenas também foram inspirações para o segundo disco - Clima de Rodeio - lançado de forma livre das prestigiosas gravadoras em 2002.
O segundo disco - Clima de Rodeio - e a formação original, ainda com o nome Dallas Company.

Pra quem esperava algo mais maduro da banda , foi inté decepcionante. O cadinho bom foram as composições em português e a mistura do countryzão tradicional ao som das guitarras berrentas. Os gringos já faziam isso, mas aqui não. Dallas foi pioneira, fio! Para a galera de chapéu, isso pouco importava. A música “Clima de Rodeio” foi o primeiro fato nacional de uma banda country brasileira. O infernizado guitarrista carioca Marcelo Kju
Então, um Cowboy chamado Rodrigo do casquento Big Brother Brasil 2 aparecia e a música tocava. Rodrigo tinha carisma, venceu, levou quinhentas milhas e a música caiu nas graças de todas as tribos. A banda viajou por todo o Brasil: Barretos, 1º Rodeio de Portugal, Rodeio Champion, Rodeio do Trabalhador, Jaguariúna, Americana, a canção Clima de Rodeio foi eleita a melhor música country, vencedora do prêmio Troféu Arena de Ouro, A VIVO e a TIM adicionaram aos seus menus de tons musicais o hit do Cowboy do BBB, a banda ganhou o prêmio de melhor banda country do Brasil pelo site Movimento.com (Curitiba-PR). Era Dallas Company pra todos os lados e aí compadre, a porca torceu o rabo! Lembra a velha história do empresário, que é dono do nome da banda? Pois é, o pau comeu em Colatina, ninguém saiu ganhando.

O pianista Gilles
O público começou a comprar gato por lebre e a lebre virou gato. Aquela Dallas com a cantora de voz macia e a mais promissora banda country brasileira virou Dallas Country. E uma nova Dallas Company estava sendo formada. A poderosa Sony Music, não perdeu tempo e assinou com a “lebre”. A Sony podia ter cultivado o que era de bom. Que nada. Meteu no mercado um Cdezin pra lá de babado com uma montoeira de covers de tudo que ninguém mais sustentava escutar: Man! I Feel Like A Woman, Any man Of Mine, Little Bitty e nas próprias canções os temas não mudavam, tinha Feriado Nacional, Dança de Cowboy, Diversão, Cowboy Prateado, Nada Vai Me Derrubar... Que pena. Mas o Dallas Country que era Company não foi morro abaixo não. Em 2006 eles foram e pros Sates, e tome “Alô galera de cowboy” em Danbury, Newark , Boston, New York. Para arrematar, sapecaram o BRAZILIAN DAY e em Atlanta, diante de MEIO MILHÃO DE PESSOAS, arderam o BRAZILIAN INDEPENDENCE DAY . É, mundo véio sem porteira... O tempo brota tudo de novo e a gente torce – de coração, viu?! - para que todos os “Dallas” reencontrem os bons caminhos. Por tudo isso: Parabéns!

A nova vocalista e flautista Tati Merlin

quarta-feira, 30 de junho de 2010

As guitarras do Bando do Velho Jack.


O louvor maior veio com o Skol Rock, quando Bando do Velho Jack apoderou-se do honrado sétimo lugar diante de quatro mil e quinhentas bandas inscritas e dividiram o palco com Helloween e Iron Maiden. Lá no miolo dos anos 90, num inverno seco, regados de muito tereré, o Bando marcou seus primeiros ensaios em Campo Grande Sul. Esses caboclos gravaram quatro discos com músicas autorais e releituras de clássicos do Rock e do Southern Rock. A história começou na união de duas bandas formidáveis: a Blues Band e metaleira Alta Tensão. Em 1997 Fabio Brum se mandou para os EUA e Alex Batata foi covardemente assassinado por um desalmado que vai arder nas trevas do inferno pra sempre. O Bando ficou mal e deu uma breve parada. Logo, Rodrigo Tozzetti assumiu os vocais principais junto com o tecladista Alex Fralda e levantaram o astral da galera. E o bando foi para a estrada outra vez. Enquanto isso, ouvindo Allman Brothers, incluiram novos números instrumentais no repertório, que também já tinha um climão do Cream e do abandonado rock brasileiro feito nos anos 70. Vieram novas versões para musicas regionais do MS com tibres de Lynyrd Skynyrd envenenando clássicos como: “Trem do Pantanal” e Cavaleiro da Lua. É muito bom ouvir aqueles slides vindos das planícies aluviais e formando vibrantes duetos de guitarra. Assim, eles se afamaram desde a a baixada do rio Paraguai até o último quintalzinho do Brasil. O trem é bão messs!!!
Desse jeito country-rock-pantaneiro, ensendiaram o Delta Blues Bar de Campinas. El Pirata de Limeira e não pararam de freqüentar encontros de motociclistas.
 Vida longa ao Velho Jack e ao seu bando!

terça-feira, 20 de abril de 2010

A banda Dollar Furado




Os caras do Dollar juram que ouviam Neil Young & Crazy Horse, John Lennon & The Elephant Memorys band, Lou Reed, Chitaozinho &  Xororó, Johnny Cash, Ennio Morricone e que assim, a banda foi concebida.
- A caminho, num ponto entre a fazenda e a cidade, pisando fundo a mais de cem por hora. - Definiu Caio Corsalette.
Esta amálguma de referências e poesia faroeste está no som,  nas letras e na história - do Dollar - que nem é tão longa. Em essência, a voz e as composições de Caio Corsalettet tem mais cara dos anos 80 do que o clima dos medalhões que eles ouviam. O Dollar nos remete a um inusitado encontro dos Engenheiros do Hawaii, com Eduardo Araújo e Evandro Mesquita plugado nas guitarras do Novo Country Americano e amplificadas nos acordes Mersey Beat. Desse jeito, sobem no palco como renegados heróis oitentistas tocando "Nosso amor é uma bomba (Quando o mundo ainda não era dinheiro) " contudo, são bem mais explosivos em "Espora" e "Pra quem vive pela estrada a ferro e fogo". 
Caio Corsalette - Violão e Voz -, Davi "Indio" Amantea - Baixo e Caio Lopes: Bateria e Voz - são músicos do interior de São Paulo que agora vivem na capital. Em 2008 o repertório já buscava uma  prosa com vaqueiros eletrônicos e roqueiros das antigas.  Numa birosca, bebendo pinga ou pedindo um Jack. Esperando a chuva no interior ou garoando na cidade. Tem até romântismo, e serviriam de uma boa trilha sonora pra motociclista barbudo.

http://www.myspace.com/dollarfurado

segunda-feira, 22 de março de 2010

Charme Chulo - Moda de viola, New wa­­ve caipira, Punk Rock Rural... É muito Bom!

Em janeiro de 2009 eles lançaram o álbum Nova Onda Caipira, dizendo nas rádios do Paraná que o titulo era uma brincadeira com a mania de se dar nomes a movimentos musicais. Gravaram no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Florianópolis durante oito meses de muita ralação . A produção é da banda e do Alexei Leão sob os bons conselhos Carlos Eduardo o “Miranda”.
Charme Chulo já conquistou seu espaço na música paranaense, contudo, o Brasil está na mira .
  Desde o EP com "Você Sabe Muito Bem Onde Eu Estou"  de 2004 e  Charme Chulo de 2007, os caras já revelavam sua fusão do rock dos 60 + country dos 80 + modão caipira e que nesse suflê de restos, o resultado é dançante e inovador. Como os shows da banda e as gravações anteriores. Fora isso: o som ainda traz letras bacanas, o carisma de Igor Filus nos vocais principais, Leandro Delmonico - na guitarra e viola caipira - Rony Carvalheiro na bateria e Luciano Airesno baixo.  “Não tenho mais vergonha em me passar por mim/ Porque eu já sei agora o que eu sou no fim... Então, não custa pra eu cantar com uma guitarra uma moda inteira, um rock caipira”.
E o Rock Rural continua rodando por aí!



(http://www.myspace.com/charmechulo
SeloVolume 1
(http://www.volumeone.com.br/)

quinta-feira, 18 de março de 2010

O Folk Rock de Bull & Bill


O som desses caras já fez tremer o ATL Hall, Mistura Fina, The Ballroom , Bastidores, People, Ritmo e Jazzmania. Belas e sofisticadas casas noturnas da cidade maravilhosa. Os cariocas Bull & Bill desprezaram os pranchões de Long Board que rolavam nas antigas e foram criar animais no interior fluminense. Desse jeito também deixaram de lado as carreiras de engenheiro e agrônomo, para dar uns pitos nos cigarrinhos de palha mirando as noites de lua cheia. Daí, surgiu inspiração para suas canções que falam de suas vidas na cidade e no campo. Cowboy carioca não tem muita saída, o jeito foi pelejar abrindo shows de Paralamas do Sucesso, Roberto Frejat, Celso Blues Boy e até mesmo compor para o Maluco Beleza, Raul Seixas. Mas tarde,vieram as apresentações com a galera do mato: Chitãozinho & Xororó, Sérgio Reis e Almir Sater. No primeiro álbum da dupla, chamado “Cavalo Doido”, eles cantam: " Faz muito tempo que eu não Pego um cavalo e vou por aí Correr os campos, olhar as montanhas, Ver os animais Calçar as botas, chamar os cachorros E um cigarro de palha no bolso Viver por poucos momentos o que eu sou E não ligar pra mais nada..." A banda é formada por Bull : violao e voz / Bill : voz e percussao / Flavia Cavaca : baixo e voz / Sergio Rocha : guitarra e violao.

sábado, 13 de março de 2010

O Country da banda Hell Paso.


Uma banda de São Paulo Fazendo som bruto de verdade. Que tipo de som fazem? Não sei. Os caras são loucos , parecem que pegaram as baboseiras do New Country e mandaram para o VCB... Mas, não perderam a sessões dos velhos Faroestes italianos, sapecaram Metalcore no spaguetti, beberam doses de Rockabilly e misturaram tudo. Acreditem: É muito Bom! Hell Paso tem a voz e o violão de Giancarlo Morelli, Miller Abreu no baixo, a guitarra pirada de Luiz Aro, o violino do Viking e a honrada batera da Letícia Canella. Fora isso, e entre tudo isso, tem todo peso que um coração Honky Tonky merece.

A bela voz de Lu Bianchi - Expresso Country


Desde 2000 pelos palcos dos rodeios e nas várias entrevistas realizadas em rádios e programas de TV, como Chave da Fama (NGT), Dudú Maravilha Show (Itú Canal 43), TV Altiora, Programa Leandro & Lucciano (Vivax), AllTV, D+TV, TVCom (Santos), No alto da Serra com Elói Carlone (TV Terra Viva Bandeirantes),até às melhores casas noturnas de São Paulo. A Banda Expresso Country encanta com a bela voz de Lu Bianchi, Itamar Ayres (Vocal / Baixo), Jonny (Vocal), Tito Niero (Guitarra), Gilmar (Violino / Banjo)e Luis Lima (Bateria). O repertório é Country, mas também é sertanejo. O talento é claro contudo, truculentamente ofuscado pela poesia da música de trabalho "Tudo Blue" (Inês Bari).Tem umas rimas do estilão: " Brasil + olhos de anil" e "I love baby, baby i love you + a noite tudo fica blue". Nosssinhora das Cowgirls... Lu, você merece mmuito mais!
E assim , a banda continua rodando pela música country no Brasil

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O mais novo CD Country do Brasil




A banda Rioclaro anuncia para Abril o Lançamento do álbum Chão Vermelho no Myspace.
Vale Conferir!